E o mesmo que, com o tempo, o ensinou a não fugir.
Quando o café da manhã terminou, coloquei o cortador de estrelas ao lado do fogão.
Ele continuaria ali no domingo seguinte.
E em todos os domingos seguintes.
Não porque a dor tivesse desaparecido.
Mas porque o amor finalmente havia se tornado grande o suficiente para suportá-la.